• Marcos Vaz

    perrengue life!

  • Caio Lobão

    Já passei por um perrengue também kkkkk hoje em dia a gente ri da história mas na hora foi bem tenso! Minha primeira viagem internacional e meu primeiro dia de viagem em Orlando fui com a minha família no walmart! Depois de encher o carrinho de compras e já no caixa passando as coisas, entrou um homem correndo e gritando no walmart todo ensanguentado, e logo atrás outro homem com uma faca na mão!!! As mulheres que estavam trabalhando no caixa trancaram os caixas e saíram correndo pros fundos do mercado, assim como todos nós que estávamos pagando! Foi uma correria e uma gritaria que só, mas não levou 5 minutos a polícia chegou, prendeu o homem com a faca e ajudou o outro todo ensanguentado! O chão ficou cheio de marca de sangue e o walmart cercado com aquelas fitas pretas e amarelas marcando a “cena do crime”. Foram momentos e tensão hahaha pagamos as compras e fomos embora correndo! Ficamos o resto da viagem inteira atentos a tudo que acontecia em volta hhahahahaha

  • Daria Beretta

    Além das perrengues em cima que já passei por todas…
    Eu perdi um avião. Perder um avião é meio difícil. É bem grande! 😂
    @ora.daria

  • Ademilson Marcos

    Passei um “perrengue” simples mas que é válido ficar atento nessas horas: não foi em outro país não RS foi RJ (meu país) hahaha enfim…estava em ilha grande, alugamos um quarto para três pessoas e na verdade fiquei mais responsável por levar as coisas eletrônicas e outros ficaram responsável pelo arranjo de hotel etc..quando chegamos ao local o senhor até simpático veio falar conosco, confirmamos o nome com ele PORÉM, ele alugava o quarto POR PESSOA!!! Mano..quando foi se ver a conta estava simplesmente 3 x mais do que foi orçado e não tínhamos todo esse dinheiro. E aí veio as discussões, pessoal olhando e não entendendo nada por causa da brigalhada toda mas, depois de conversarmos com o rapaz e isso vale nota, MUITO legal deixou que todos ficassem até pelo preço de um mas, demos um dinheiro a mais pra ele. É válido galera: leve um dinheiro extra e por favor, VERIFIQUEM todas as condições do hotel RS.

  • Ademilson Marcos

    Instagram: @marcoos_lima96

  • Isabela Ribeiro

    Já passei pelos perrengues número 2 e 3 mais de uma vez, mas não foram os meus piores! Meu pior perrengue na verdade me gerou vários outros perrengues como consequência! Aconteceu agora em Junho de 2017 quando viajava sozinha pelo Chile. A viagem correu muito bem nos dias em Santiago, mas o problema começou ainda no ônibus para o aeroporto, onde ia pegar meu voo para Calama, de onde iria para o Atacama. Estava mexendo no celular e vendo as fotos tiradas no último dia, quando o celular desligou de uma vez, e começou a reiniciar em loop. Tentei ligar e desligar várias vezes, mas toda vez que reiniciava ele entrava nesse loop de reiniciar. Era um Galaxy A5, blindado, então não tinha nem a opção de retirar a bateria.Para a minha sorte, já havia levado impressas todas as reservas, comprovantes de pagamento e etc que havia feito, o problema foi que meu celular era o meu único aparelho eletrônico da viagem, além de uma daquelas câmeras digitais antigas (foto), que eu só tinha levado para o caso de um dia ficar totalmente sem bateria (inclusive do carregador portátil), mas que salvou a viagem no fim das contas . Bom, cheguei em San Pedro, pedi ajuda ao pessoal do hostel, perguntei se havia alguma lojinha ou coisa do tipo em que alguém mexesse com celulares, e me disseram que TALVEZ só encontraria em Calama (100 km) de lá. Me bateu AQUELEEEE DESESPERO : 1- Pelas fotos (meu celular era minha principal fonte e fiquei sem) , 2 – Comunicação e internet ( não tinha mais google maps, whatsapp, e nem nada para falar com minha família, o hostel não tinha computador que pudesse ser usado, e só tinha 2 lan houses em San Pedro, daquelas que o PC funciona na manivela), 3 – Despertador ( eu tinha um tour já marcado para o dia seguinte, justamente para os Geysers, que era o que saía mais cedo, e eu não tinha nem despertador!) e 4 – Minhas planilhas ( mantenho planilhas com os gastos que eu já planejei e para fazer as conversões de moeda e não tinha mais acesso) e 5- Lanterna ( a rua do hostel não tinha luz, eu tinha que fazer uma boa parte do percurso do Centro até lá no escuro). Bom, tomei vários tombos na rua no escuro, inclusive rasguei uma calça, comprei um despertador daqueles baratinhos (que acordam todo mundo) numa lojinha na Caracoles , e desenhei um mapa da cidade num bloquinho de papel ( carinhosamente apelidado por quem me conheceu na viagem como “Como Google Maps Raíz” (foto) hahahaha. Apesar dos perrengues, foi uma das melhores viagens que já fiz, e talvez justamente por eles, eu me aproximei ainda mais das pessoas que encontrei! E no fim das contas, apesar do prejuízo (o celular não teve conserto na volta ao Brasil), foi bom ficar desconectada por alguns dias e curtir a vibe maravilhosa que o Atacama tem! @isabela__ribeiros

    https://uploads.disquscdn.com/images/b490edb4048962c7af3648abea99132e56a0a3a78befc7d3b2936d71c56c583d.jpg https://uploads.disquscdn.com/images/50af66de5e4fedd331c5f2d0a8e43c4e44d727eff75ebbe4a9ed7af41f4d65dc.jpg

  • Keven

    Quando viajei pra cabo frio em 2016, minha mãe teve um ataque agudo de pedra na vesícula, e foi muito tenso porque a gente não tinha ideia do que era, estavamos só eu e ela em outro estado, sem conhecer nada do lugar e ela morrendo de dor, gritando e sem conseguir se mexer, eu obviamente procurei o hospital mais perto do hotel, chamei um Uber e levei ela, chegamos em hospital particular e não dava tempo de ir pra Unimed que é onde temos o plano, ela foi atendida lá mesmo, tomou remédio na veia e a conta ficou em 1200 reais em 1 noite. Quando voltamos para BH ela consultou novamente e marcou uma cirurgia. Tudo deu certo mas com certeza foi o maior perrengue que eu já passei em viagens. Insta: kevenwender

  • Victor Schwind

    eai vazzzzzz, mano, fui na missão do Machu Picchu em junho do ano passado.. foi minha trip sozinho, na sede do autoconhecimento mesmo, e decidi fazer tudo naturalmente.. comprei apenas a passagem e o ingresso da entrada, o resto eu quis arranjar na hora. Sem ter feito maiores pesquisas (erro que aprendi a não cometer de novo) eu fui com 700 reais achando que ia passar super bem em um periodo de 5 dias kkk, troquei a grana no cambio assim que cheguei no aeroporto de cuzco, fiquei com 520 Soles.. no proprio aeroporto resolvi fechar um pacote de van ou onibus que pudesse me levar ao Machu picchu, expliquei pra muler tudo o que eu precisava e ela disse que só a van pra la eu precisaria de 700 Soles, elas começaram a rir de mim quando eu disse que só tinha 520 Soles. Fui pra fora do aeroporto apenas pra pensar e comecei a rir tambem, eu sabia que aquilo se transformaria em historia e tenho muita confiança e segurança em mim, eu sabia que eu ia dar um jeito, só não sabia como ainda, eu tinha dois dias pra chegar lá. Pensei em alugar uma bicicleta e me arriscar nessa, ao pedir informações pra um taxista sobre essa possibilidade, ele tambem soltou uma risada kkk resolveu me ajudar e me levou em uma amiga dele, que trabalhava em uma agencia.. explicou minha situação pra ela, e por muita bondade e luz, ela me fez um super pacote com van, hotel, hostel, comida e mais um translado do hostel ate o parque por 480 soles, deixando-me com 40 Soles pra alimentação no dia a dia, choramos juntos e foi lindo, a jornada foi linda, conheci muito humano MASSA, deu tudo certo.. poremmmm, a van me deixou de volta em Cuzco, finalizando meu pacote, eu ainda tinha um dia e meio ate chegar em casa. Era meu terceiro dia, as 22:00h, eu tinha 10 soles no bolso, e fui a pé do centro de Cuzco ate o aeroporto, por que sabia que lá eu poderia passar a noite com segurança ao menos, só não sabia que ele fechava as 23:00h, fiquei preocupado, expliquei minha situação pra o guarda, e ele me deixou entrar e ficar lá, SOZINHO, uma blusa e uma calça, 1 grau de temperatura, e eu voltei a rir, com uma bela historia.. tentei dormir e acordei meia hora depois, estava muito frio, a unica coisa que eu queria era que chegasse as 7 da manhã pra eu ir pro Sol e tirar um cochilo, meu voo seriam as 19:00 do dia seguinte. Depois das 7 horas eu fui me esquentar e descansar direito, dormi até as 10:00, ao acordar, com fome, comprei um lanche de 5 soles, me restando apenas mais 5, esse lanche eu comia um pedaço a cada 1 hora pra saciar a mente, eu ainda tinha 9 horas até comer no avião, que desembarcaria em Lima ainda, me levando pra São Paulo apenas as 8:00 do outro dia. Fiz meu check in as 18:00, tranquilo, até que a policia federal pediu pra que eu pudesse acompanha-los, eu fui numa boa por que sabia que não tinha nada de errado, e até compreendo, eu estava sozinho, barbudo, e com uma camiseta psicodelica, era o minimo eles desconfiarem de mim.. ele perguntou se eu usava maconha, eu disse que sim, perguntou se eu estava portando, eu disse que não, e ai fui liberado. Cheguei em Lima as 21:00, e dormi até as 5:00 da manhã do dia seguinte, voltei pra Sampa, vivo, seguro, feliz e sonhando em espanhol.

    @victor.gracias

  • Fernanda

    Combinei um couchsurfing em Cartagena. Acontece que meu ônibus atrasou e eu cheguei na casa do moço que ia me hospedar 2 horas depois do horário combinado.
    Chegando lá ele não tava (óbvio) e eu não tinha um chip que funcionasse pra me comunicar. Resolvi dar uma volta no bairro (com duas mochilas) pra tentar achar um hostel, mas tava tudo lotadasso! Voltei pra casa do couch e nada. Até que apareceu um vizinho e ofereceu a casa dele pra eu ficar enquanto não conseguia um teto. Só que eu ia ter que dormir sentada numa cadeira de madeira! Deixei minhas coisas por lá e resolvi ir até a praça onde me disseram que tinha wi-fi público. Enfim consegui contato com o cara que ia me hospedar e encontrei ele logo depois.
    Mas o rolê não acaba por aí. Quando ele chegou, tinha uma menina junto. Até aí tudo bem, porque quanto mais gente, mais animado. Só que a casa desse moço na verdade era um cômodo, sem janela nem nada, só tinha uma beliche e um banheiro.
    Vocês perceberam que as contas não fecham né? Duas camas, três pessoas! Eu tive que dividir a cama (sim, uma cama da beliche de cima) com a menina. Agora pensa, em pleno mês de janeiro, no auge do calor do Caribe, eu num quarto sem janela, dividindo a cama com uma mina… e ela não me deixou ligar o ventilador!!! Sim, parecia que eu tava dentro de um forno!
    Mas no final nós três ficamos melhores amigos e foi só alegria. Melhor viagem da minha vida!
    @fe.nandalima

  • Priscila Brisighello

    Vaz, é a Pri do brisigaviaja. Então, eu já passei dois perrengues pesados em viagem!

    1) quando tava no meu mochilao alone pela América do Sul, fui pra pucon e era minha última cidade. Foi o único lugar que eu reservei e paguei um sinal com antecedência. A proprietária era uma brazuca e eu resolvi gastar até mais pra dar aquela relaxada das boas no final da viagem. Resumindo: cheguei meia noite na cidade, pedi pro motorista me deixar no estacionamento do ônibus (a pousada seria do lado), tava chovendo, carregava 4kg de Sá na mochila pro meu irmão e cadê o fucking hotel? Não tinha uma alma na cidade e eu batia na porta da vizinhança pra saber se alguém sabia sobre o hotel e nada. Até que um cara que surgiu do além e me ajudou ❤️. Depois, fiquei num hostel gracinha que me custou uma diária e a lindona da proprietária disse que o hotel tinha mudado de endereço e que a reforma não havia acabado. De cagar.

    2) ano passado, fui pra chapada dos veadeiros e, certo dia, acordei pra ir jantar até que eu reparei que tava tendo incêndio lá muuuito longe. Em menos de cinco minutos, o fogo, que tinha uns 2,5m de altura, chegou no nosso hotel que era todo de madeira e cipó. Ou seja, né, imagina o estrago que ia ser! As vizinhas do meu quarto foram pra cidade buscar ajuda de bombeiro, que demoraria mais de 1h pra chegar, já que não ficava ninguém por lá. E detalhe: tinha falado que era super normal e os moradores mesmo que resolviam o problema. Enfim, ficaram três pessoas com mangueira e balde tentando apagar o fogo até a proprietária perceber que tava muito tenso e chamar ajuda no face. Colou uma galera lá com zilhões de baldes, acabou a energia, o caseiro perdeu a unha do dedão do pé na escuridão, mas, no fim, conseguimos apagar o fogo depois de quase 2h tentando. Foi muito tenso e desesperador! Agora vejo o incêndio lá e não me surpreende até… é muito relaxo público não ter bombeiro e nada! Surreal

  • Higor Neiva de Andrade

    Fala Vaz… aqui quem fala é o Hig
    or do @cariocaspelomundo_

    No mochilão que fizemos eu e minha esposa em agosto/16 começando em Santiago é terminando em Cuzco… estava a Bolívia no caminho!!! A travessia do Atacama foi tranquila, Salar de Uyuni foda demais, até que chegamos em copacabana, às margens do titicaca… utilizamos essa parada estratégica para curtir por 2 dias um hotel melhor e recarregar as energias, banheira, tudo ia a mil maravilhas, porém ao tentar comprar o bilhete de busão até Cuzco, descobrimos que os campezinos bloquearam as estradas fronteiriças, por tempo indeterminado, por motivos de melhores condições de trabalho… e a senhora que estava na bilheteria disse q era tranquilo, precisaríamos canhinhar por umas 3 horas até Puno, fronteira com Peru e de lá nosso ônibus nos levaria até Cuzco… Foi foda! Mochilão no lombo com 17kg para uma Trip de 30 dias + mochila de mão com equipamentos eletrônicos e ela com a cargueira com uns 13 kg…nunca nos esqueceremos daquela jornada… um sol escaldante mais uma altitude fdp!!! Malditos campezinos!!!

  • Vinícius Oliveira

    Faaaala bro!
    Esse foi o primeiro perrengue gringo. No nosso primeiro dia de viagem em Barcelona, fui assistir o jogo do Barcelona no Camp Nou com minha namorada, após o jogo, quando estávamos na frente do metro, recebemos a noticia que estavam interditando aquela linha, era a unica informação que tínhamos naquele momento e sem saber os porquês, era policia para todo o lado, isso era 20:30 da noite. Imagina aquela multidão do jogo querendo ir embora… O nosso hotel dava uns 8km do estádio e eu tinha anotado um caminho alternativo de ônibus, lá fomos nós. O ponto estava super lotado e tentamos pegar alguns, sem sucesso, até que a partir do terceiro eles nem paravam mais, pois já vinham lotados do ponto anterior. Na cidade não tem Uber, e até então eu não sabia sobre a existência do Cabify. Já era umas 22:00 da noite e o nosso ônibus parou de passar, ele funcionava só até as 21:30 pelo que entendemos e só passava um outro ônibus que eu não tinha ideia para onde ele iria. Nessa hora os celulares já estavam sem bateria total. Os taxistas estavam cobrando 80 euros+ para qualquer lugar, já estávamos cogitando essa possibilidade pelo horário, mas eles também não paravam. La pelas 23:00 horas eu troquei uma ideia com um maluco em inglês sobre os ônibus e ele disse que não sabia como iria embora também. Sem celular, sem mapa e a noite, ir a pé não era uma opção. Meia hora depois, eu via aquele ônibus passar vazio, sem saber para onde iria e tive a ideia de pegar ele, tentar pegar outro depois até chegar no nosso hotel. Fui ver o mapa da linha atrás do ponto para ver até onde ele podia nos levar e chamei minha namorada, nesse momento o maluco que eu tinha conversado em inglês vira para mim e diz: “Você é brasileiro?”, ai nossa sorte começava a mudar. Ele estava com um amigo, ambos do RJ, me disse que o amigo dele tinha pedido um Cabify, mas não sabia se ia dar certo, pois já tinha tentado pegar alguns sem sucesso e o celular do amigo dele também já estava com 10% de bateria. O Cabify chegou, eles nos ofereceram carona, estavam hospedados a 10 minutos a pé do nosso hotel, em La Rambla e não aceitaram dividir o valor da corrida porque deu míseros 7 euros. 00:30 estávamos no hotel, mega cansados do fuso horário e de todo aquele perrengue. No fim, fomos salvos por brasileiros. Acho que estaríamos lá até hoje senão fosse eles rs! No outro dia ficamos sabendo que o metro foi fechado por uma possível ameaça de bomba. Abraçoooooo de @oliveiraviinicius

  • Duda martins

    Oie, é a duda do gula de viagem 🙂 passei um perrengue em santorini, mas juro que tenho tanta saudades desse ilha que eu até passaria de novo por ele. Pra ir de la para a croácia, o meio de transporte mais barato foi um vôo (que saiu super caro) santorini – roma – dubrovnik. o foda é que ele era as 3 da manha, com escala de 3 horas em roma, so chegando na croacia de manhã mesmo. O nosso hotel em santorini fechava a recepcao as 10 e nos nao teriamos onde deixar as malas, resolvemos ir pro aero cedo achando que ele teria um minimo de infra estrutura. Achamos melhor do que ficar no meio da rua de madrugada com malas e mochiloes. Quando chegamos no aero, ele nao tinha um restaurante. Tinha duas lojas que estavam fechando e no maximo 10 bancos. Nao tinha o que comer e nem onde sentar e pra completar tinha uma moça que ficava passando acordando as pessoas que estavam no chão e falando que nao podiam ficar ali. Resultado, tinhamos que ficar em pé! Parecia mais uma rodoviaria, mas como sempre ficamos fazendo piada e hoje lembramos rindo e ate com saudade!

  • Filipe Bonfim

    @filipictures – Estou rindo muito com esses perrengues e lembrando dasminhas viagens. Me identifiquei com alguns desses perrengues que você listou.
    Sem dúvida o meu maior perrengues foi em Barbados. Fui fazer minha session de surf e no meio dela caiu um temporal, como não conhecia bem o local, fui arrastado para as pedras e as ondas cada vez quebrando mais forte. Nessa hora só pude remar muito e fazer aquela reza pra Iemanjá.
    Hoje em dia tenho uma tattoo da coordenada nessa praia para lembrar de quanto a vida é valiosa.
    Grande abraço e cotinue sempre com esses conteúdos inspiradores.

  • Danielle Rodrigues

    To passando maaal com seus perrengues! O do piriri na Bolívia é clássico hahahha Eu, felizmente, não passei por isso lá, mas minha amiga coitada, não gosta nem de lembrar rsrsrs
    Meu maior perrengue de todos os tempos foi num mochilão pela America do Sul em 2008/2009. Jovens sem dinheiro faz o que? Economiza o maximooo pra continuar viagem! E foi nessa que a gente se deu mal! Precisamos cruzar a fronteira BoliviaxPeru e fomos atras do meio de transporte mais barato possivel! Nesse momento, ja tarde da noite, passa uma van LOTADA de cholas. Não pensamos duas vezes! Paramos a van, perguntamos pra onde tava indo e BINGO! Era pro Peru! Pegamos carona na van e fomos lindas e belas dormindo amontaodas com nossas mochilas e um monte de indio e bichos hahahhaha Do nada a policia para nossa van, manda todo mundo descer, menos nos 3! O medo ja tomou conta! Sentimos na hora cheiro de treta! O policial veio, pediu o passaporte e pediu licença pra vasculhar a van… Eis que eles abrem os bancos e encontram drogas! MUITAS DROGAS! Cocaina, kirido! Nos quase morremos nesse momento! Pensamos “é o fim da linha”! Mas aí o policial pediu calma, disse que sabia q nos nao tinhamos nada a ver com aquilo, era das cholas 😱 prendeu todo mundo no meio da estrada, no meio do nada e mandou a gente seguir viagem com o motorista da van e ainda disse pra ele: Deixa as meninas aonde eles quiserem, estamos de olho em vc!!! Fomos ate o Peru com o c* na mao! Hahahhaha Todo mundo mudo na van ate chegar no Peru! Chegando la pedimos pra deixar a gente no lugar mais movimentado q vimos e metemos o pé! Que situacao! Pegas com drogas na Bolivia! Eu só pensava nos conselhos dos amigos e familiares “vc vai pra bolivia? Vc é maluca!” Hahahahha Mas no final deu tudo certo e virou o perrengue mis historico que contamos até hoje! 🤘 Bjooo da Dani do @poressemundao 🌍

  • Cris Nery

    Tenho 2 perrengues na conta. O primeiro estava na Alemanha indo pra Amsterdã e precisava trocar de trem em Hannover, olhei o local do trem e fui pro local, perguntei pro guardinha se estava certo e ele confirmou. Quando o primeiro trem parou eu entrei com um Mochilão de 50l e uma mala média pesada e com a rodinha quebrada. Me sentei e fui perguntar para outro passageiro se eu estava no vagão certo ja que eu tinha reservado, ele tranquilamente me disse que eu estava no trem errado e que esse ia pra Dresden, sentido oposto ao que eu ia, corria com as bagagens de qualquer jeito e pulei pra fora do trem faltando 1 min pro trem sair.

    A outra eu estava no último dia na Argentina indo pra Montevideo com 2 amigos, contei meus pesos e resolvi esbanjar no almoço, quando veio a conta meus amigos perceberam que não tinham pesos suficientes pra pagar sua parte da conta e o restaurante só aceitava cartão nacional, então começou a saga de contar moeda com o garçom ao lado rindo falando que tinha bastante louça a disposição pra lavarmos. Depois de uns 10 min ele resolver dizer que lá aceitava real, pagamos a conta e deixamos a louça pra garçom zueira!

  • Juliana Muniz

    Kkkkkk adorei este post sobre Perrengues. Viajar sem Perrengue é uma viagem legal. Viajar com Perrengues, vira A Viagem. A SUA história, única …. Adoro rsrs

    Meu maior “Perrengues de Viagem” foi na Argentina. Com problemas de briga de torcidas. Maior confusão.
    Olha isso kkkkkkk :

    Estávamos em Bariloche e combinamos de assistir o jogo de quartas de final entre Argentina x Uruguai em um restaurante no centro de Bariloche. E sabe como é brasileiro em viagem né? Vamos nos aglomerando em grupos que já conhecem outros grupos e assim vai.

    Antes de chegar ao local, encontramos e conhecemos uma figura! Das grandes por sinal! Imagina como ele estava vestido? Cachecol, touca e luva do Uruguai. E não para por aí: ainda estava com a blusa do Brasil torcendo pelo o Uruguai.

    Chegamos no restaurante e, não por menos, estava lotado de argentinos. Todos olharam com cara feia, lógico (inclusive meu marido, que odeia confusão e já viu que não ia dar certo rsrs).

    Daí o brazuca figura, falou bem alto que, se a Argentina fosse eliminada, ele iria lá fora tirar a camisa (estava nevando, MUITO!).

    O que aconteceu? Argentina eliminada. MEU DEUS!! Ele foi lá fora, tirou a camisa e esticou o cachecol (da seleção do Uruguai) e começou a comemorar kkk. Os Argentinos, imagino como estavam, começaram a tacar bolas de neve! O cara teve que “voar” para dentro do restaurante. Uma das bolas de neve varou pela porta e acertou a mesa de outro casal de brasileiros que não estava no nosso grupo.

    Como nossa sorte estava no topo esta noite, o cara tomou as dores da mesa (ao meu ver) e partiu para cima dos argentinos!

    A confusão estava tão armada que o dono do restaurante teve que fechar as portas do seu estabelecimento para o pior não acontecer. Os argentinos pareciam zumbis de “The walking dead” batendo nas janelas do restaurante querendo devorar qualquer um que desse um “ai” em português.

    Meu marido ficou muito chateado. Não podíamos ir embora. Poderíamos ser alvo de pancadaria pois estávamos todos juntos. Tivemos que esperar um bom tempo para ir embora até acalmar os ânimos.

  • Bruna Carvalho

    MEU DEUS, que nada disso aconteça comigo, já chega esse perrengue que vou contar agora.

    Em 2014 fui conhecer Mendoza, eu e 4 amigos resolvemos alugar um carro para conhecer o Aconcágua. Tudo lindo, entra no carro, chegamos lá conhecemos tudo. Saímos do Aconcagua e vimos que estávamos perto da fronteira com o Chile e o amigo solta uma frase “ah, tem o tal do Cerro Cristo Redentor, bora dar um pulo lá? Bora!”.

    Chegamos no bendito Cerro, a primeira pergunta que me fiz foi “mano esse carro aguenta?” Era um corsa hahahahahah. Meu amigo garantindo que aguentava. Subimos o Cerro e quando estava quase lá no topo começamos a ver muita fumaça: O CARBURADOR ESTOUROU! O carro morto, sozinhos em cima de uma montanha no deserto. Tão alto que pegava água que descia dos gelinhos pra jogar no carro, apesar do desespero o visual era tão lindo, mas tão lindo, que não sabia se chorava de tristeza ou de felicidade. No final foi de desespero mesmo.

    Depois de descer o Cerro com o carro desligado e empurrar o carro fronteira a dentro, conseguimos uma carona pra duas pessoas, eu e um amigo, na caçamba com uns cara fumando “una marijuana”, na aduana conseguimos ajuda e depois de 24h foram buscar meus amigos e o carro. Tive uma insolação (pq sim era janeiro, verão) e depois disso fui pra Malargue, que não tem nada.

    Nunca invente de subir esse Cerro de carro e usem protetor solar. Bjs kkkk

  • Pollyanna Rios

    Cacos de vidro na pepeka! Isso mesmo. Em Barcelona, fui entrar pra tomar banho, entrei com uma perna na banheira. Quando fui passar a outra perna escorreguei, a perna bateu no vidro do box, que estourou em cima de mim. Fiquei toda cortada no meio das pernas, com cacos de vidro até na pepeka. Ainda foi o maior perrengue levantar da banheira, que estava toda cheia de vidros. Nem chorar eu podia, pois qualquer movimento fazia os vidros me machucarem.

  • Giselle Xavier

    Pior perrengue da minha vida foi uma viagem para Los Angeles, Hawai e Las Vegas.
    Todos passei perrengue! Kkk

    Los Angeles fomos num shopping comer num restaurante especifico, chegando lá o estacionamento era absurdo.
    Tinha um estacionamento empresarial ao lado, aberto, dando bobeira, brasileiro sabe como é né?! Kkkk
    Deixamos o carro…
    voltamos e o estacionamento estava fechado e sem ninguém.
    Ficamos pelo menos umas 6h tocando o alarme do carro pra vê se viria alguém e nada. Pior que não podíamos ir embora e pegar o carro no dia seguinte porque nessa estória de acionar o alarme, abriu o porta mala cheio de compras kkkk já viu né?
    Por fim saiu um carro e entramos de fininho, lógico que a pessoa que veio falar com a gente ficou curiosa como tudo isso aconteceu. 😂

    Hawaiii- Perdemos o Avião! Resolvemos fazer um tour nas boates com bebida liberada em Los Angeles um dia anterior ao nosso voo.
    Já da pra ver o que aconteceu né?! Kkk
    Cachaça, ressaca,dormir demais…voo perdido, ficamos um dia inteiro no aeroporto pra vê se tinha alguma desistência e ficar na lista.
    Conseguimos por incrível que pareça exatamente o último voo do dia pro Hawaii.
    Foi uma choradeira minha dentro do avião que ninguém entendia nada! Kkkkk

    Las Vegas- pra completar os três piores perrengues em uma única viagem, estávamos no retorno de Las Vegas para Los Angeles para pegar o voo de retorno pro atuo.
    Achei um bus a noite super barato, uma pechincha.
    Meu noivo estava bebendo cerveja esperando o bus.
    O motorista falou que ele estava bebado e não podia embarcar. 😂
    Jesus, to voltando pra casa e não acaba! Kkkk
    Consegui convencer o motorista, tempo depois vimos um monte de gente estranha, mal encarada, passei as 5h no ônibus com medo, muito medo. E meu noivo me falando que eu era maluca. Estilo ônibus a noite na Bolívia, corredor gente dormindo no chão. Cheiro ruim, homens estranhos.
    Chegamos bem!
    E pra completar o voo de conexão foi cancelado, ficamos 1 dia em Houston.

    Enfim foi nossa viagem dos sonhos para lugares mágicos, fiquei noiva no hawaii, mas como sempre tudo tem que ter uma dose acima da emoção.
    Essa viagem bateu recorde de todas que já fiz! Foi sequência minha gente kkkkkk
    Hoje lembramos e rimos muito.

  • Thiago Anselmo

    Eita… Meu maior perrengue nesses 6 meses de viagem, sem dúvidas, foi minha chegada a Cambará do Sul/RS

    Lá eu não achei Couchsurfing e não queria gastar com hospedagem. Então, entrei num grupo de vendas da cidade e postei um texto sobre mim e a viagem.

    Uma pessoa entrou em contato. Conversamos muito e ela disse que os pais dela toparam me aceitar.

    Às 9h fui pra estrada tentar carona e só consegui às 17:30h… Foi o dia todo na beira da estrada. Quando cheguei na cidade, fui pra casa da menina que entrou em contato comigo. A mãe dela me atendeu. Eu perguntei pela menina, a mãe dela falou que a menina não morava la.

    Fiquei tenso, pois estava num lugar que não conhecia e não sabia o que fazer. Mas no fim, acabei ficando na casa, mesmo sem conhecer ninguém e, no outro dia já éramos como uma família

  • #RoleDeHoje

    Que viajante não passou por esses perrengues, né? Hahah post bem bacana!

    No meu mochilão na América do Sul eu comi algo contaminado no Oásis de Ica-Peru e peguei o ônibus pra Cusco de noite (quinto dia de uma viagem que durou um mês). O ônibus deveria demorar 12hrs pra chegar, mas estava tendo muitas obras nas estradas nas montanhas e demorou 17hrs. E eu? Delirando com mais de 40 de febre metade do caminho. Meus amigos sem camisa por conta do valor e eu com casaco e cobertor. Achei que iria morrer naquele busão.

    Quando cheguei no hostel em Cusco, meus amigos ligaram pro seguro e saíram pra comprar água pra mim. A médica chegou e falou que eu tava totalmente desidratado e com alguma infecção, e precisava correr pra ser internado. Entrei na ambulância que tinha destino algum hospital em Cusco. E meus amigos? Nada, estava indo sozinho com a certeza que iria morrer. Até que de repente meus amigos atravessam na frente da ambulância e eu começo a gritar (na época eu não falava nem espanhol, nem inglês) dizendo que eles eram meus amigos. Enfim, por muita MUITA sorte meus amigos foram comigo pro hospital e eu fiquei mais tranquilo.

    Resultado? Infecção intestinal. Eu perdi 12kg em 48hrs. Porém no terceiro dia eu tinha trem e bilhete pra Machu Picchu. Adivinha o que eu fiz? Pedi pro médico me dar alta, e depois de um dia inteiro de discussão no hospital, ele resolveu me liberar, mas deixou claro que eu deveria ficar pelo menos mais dois dias.

    Tomei 4 injeções na veia e consegui levantar totalmente dopado. Depois de umas 2hrs de viagem sozinho, encontrei meus amigos e fomos pra Machu Picchu.

    Já imaginaram um zumbi subindo Machu Picchu? Era eu aquele dia hahahh

    A história tá bem resumida, mas foi por pouco. E lembra que eu falei que foi no quinto dia de viagem? Então, tem mais 3 semanas de histórias hahahah

    Mas no final foi a melhor viagem da minha vida!

    Dica: faça seguro pra algumas ocasiões e tome muito cuidado na hora de comer algo.

    Insta: @jlopesd Jhonatan Lopes | #RoleDeHoje

    • exato! a viagem não pode parar! ehehe dieta express. me manda um direct tb

  • Marília Rocha

    Eu sempre falava que ter a mala extraviada era besteira, era apenas comprar umas roupas e pronto. (isso que tem que fazer). Só esqueci que tudo se gasta hehehe
    Em Brasilia, pegaram minha mala por engano, então fui no shopping (antes o gps levou para uma galeria ¬¬) como iria pra Chapada dos Veadeiros, fui na C&A e tive compra biquine, calcinha e roupa de trilha, meia, (sorte que estava com a bota) e mais uma roupinha para usar a noite (vai que não secava a que eu estava). Na hora de pagar, quase caio para atrás, e acabei bloqueando a senha. Dois minutos depois me ligam dizendo que tinha encontrado a mala e disse que já tava no caminho. kkkkk No outro dia, quando cheguei da trilha a mala estava lá.

    Conclusão: É bom deixar uma troca de roupas na bolsa de mão.

    Ainda mais sobre essa viagem, erramos o caminho do começo da trilha do Mirante da Janela, e entramos até um local sem saída, na volta o carro quase não sobe a ladeira de pedrinhas. Depois de algumas tentativas, deu certo.

    Conclusão: Pergunte antes de sair. (Não perguntamos porque vimos placa um dia antes quando fomos para o parque)

    Ainda teve mais, o carro locado descarregou a bateria umas 2 vezes. Pensei que meu amigo tinha deixado algo ligado, mas depois foi comigo, e NÃO tinha nada ligado.

    Conclusão: Tenha o número da locadora fácil. e/ou empurre até pegar (não tinha sinal).

    Ainda sobre essa mesma viagem kkkkk agora no carnaval do interior de minas. Consegui bloquear o cartão de débito (o outro foi de crédito). Não lembrava que tinha bloqueado, fui usar no dia e não passou. Quando cheguei na festa da república a moça: conseguiu desbloquear o cartão. Eu: O QUUUUUUUUE? FOI AQUIIIIII?

    Conclusão: Beber demais e cartão não combinam. Por sorte, já em SP, fui testar no caixa eletrônico e as senha de sibala não estava bloqueado. Já tava economizando o dinheiro em mão porque teria que pagar metade do carro locado na Chapada.

    Conclusão 2: Tem várias opções de pagamento. Levei cartão de crédito, pré pago e débito.

    Dessa viagem acabou.

    Ops, lembrei de uma. Levei chuva em SP, e meu celular ficou com a parte superior da tela sem funcionar.

    Conclusão: Ande com um saquinho.

    Espero levar essas conclusões na próxima viagem.

    Mas já passei mal, dor de barriga, na Chapada Diamantina, de beber um gole de coca e correr pro banheiro do restaurante para vomitar. Acabei pedindo a comida pra viagem, vá que né… no Piaui também, nos dois deve ter sido o sol. No outro dia estava legal, nada a sério – mas a gente fica com medo de não melhorar e ter que perder o outro dia da viagem.

    Já cheguei na cidade, Vargem Bonita (pousada) e outra ai (hostel), e encontra-los fechados. Vai no vizinho e tanta solucionar. Na pousada, o dono tinha vendido ela para outra pousada, fui lá e acabei ficando na outra (que era melhor). No hostel, o dono achava que eu iria ainda confirmar com ele, mas disse que a chave ficava debaixo da porta (kkkkkkkkkkkk) fiquei com “medo” de pegar e ele pediu para chamar o vizinho que abriu.

  • Flavia Barata

    Na minha primeira viagem internacional, e primeiro mochilao. Olhei sites de mochileiros para decidir os destinos e algumas dicas do que visitar. Reserva pra que, ne? Fomos pra o Chile, chegando lá meu amigo pagou o taxi pro hostel que queria ir (sem reserva) mas o cara indicou um outro mais barato (opa, eh pra esse q vamos). Deixei pra trocar meu dinheiro são
    Todo lá e levei apenas Real, me recusei a trocar por dólar antes, afinal estava indo para o Chile. Vou trocar numa casa de câmbio no centro pq as taxas sao melhores que no aeroporto! Ops… feriado nacional, nada aberto
    nao achamos uma casa de câmbio… até aí tudo bem, meu amigo foi me emprestando o dinheiro. Ficamos apenas um doa e fomos pro deserto do Atacama… chegamos lá a noite no meio do feriado e não achamos hospedagem disponível. Somente em um hotel que “não cabia no nosso bolso”. Voltamos no primeiro local q tinha apenas uma cama de solteiro disponível e por apenas uma noite. Dormimos eu e meu amigo na mesma cama ( por sorte ele é super magro e eu super pequena) e no dia seguinte teríamos que sair daquele quarto, mas tivemos a sorte da pessoa que havia reservado cancelar. A vantagem é que ja que ocupamos uma cama só a dona do hostel cobrou mais barato. Na terceira noite vagou outro quarto lá e ainda decidimos permanecer só com a nossa cama de solteiro e economizar mais 😂😂😂
    Instagram: FlaviaBarata

  • Karin Cláudia Rozendo

    Sem perrengue = trip sem graça. Fato! 😂

    Já passei por muitos, mas desses, eu rio até hoje, para não chorar:
    – Reservar um hotel em Playa del Carmen (México) e, ao chegar lá, ele simplesmente não existir. Um agravante: na minha Lua de Mel, ser fim de ano e 98% dos hotéis e hostels já estarem ocupados;

    – Perder um voo internacional, porque uma passarela caiu na estrada indo para o Aeroporto e não poder fazer nada, porque ninguém podia sair;

    – Esquecer a câmera com todas as fotos da viagem em um carro que havia alugado em Cozumel (México);

    – Me perder do meu esposo indo de trem de Berlim (Alemanha) para Cracóvia (Polônia) – ele estava com o meu Passaporte e todos os documentos que comprovavam a minha existência e, para melhorar, a Europa estava em alerta máximo;

    -Ter o carro de aluguel guinchado em pleno Réveillon em Miami;

    – Prestes a embarcar para Istambul, uma bomba explodir por lá e ter de mudar os planos da viagem, em cima da hora, indo para outro país;

    Viajante bom é viajante com história pra contar! 😂
    Os perrengues viram aprendizados… rs 😅

    Insta: @omundonumgiro

    • caraca! ahah esses perrengues dariam um filme.

      Sensacional =) e me manda um direct lá pra pegar seu prêmio.

  • Milena

    O maior pertengue que passei foi na Escocócia. Estavamos em 10 pessoas e resolvemos alugar 2 carros para conhecermos as Highlands, mas especificamente a Isle of Sky.
    Um carro tinha gps e o outro nao, entao o ideal seria que um fosse seguindo o outro. Como ninguém conhecia a estrada, e ainda havia o fator de a direção ser ingles, um carro se perdeu do outro.
    O plano era ir pro Lago Ness e de la passar a noite já nas Highlands.
    O carro em que eu estava conseguiu chegar e o outro nao. Tivemos que voltar pra cidade mais proxima pra colocar o wifi e tentar localizar o outro carro. Quando encontramos com eles já era noite, mas mesmo assim paramos de novo no Lago Ness pra que eles tirassem fotos.
    Acontece quena pessoa que reservou o hostel daquele dia nao atentou para o fato de que teriamos que pegar um ferry para chegar o hostel, e esse ferry so funcionava ate as 18h (isso já era 22h).
    Nao sabiamos mais o que fazer, todo mundo muito cansado pra dirigir e a estrada que estavamos era perigosa, com vários alces passando por nós.
    Moral da história: estacionamos o carro no meio do nada e passamos a noite ali, imagine que perrengue! Ninguem conseguia se mexer, um frio descontrolado e ngm sem saber oq fazer! Kkkkk
    Foi fogo! Fiquei rezando praquela noite acabar rápido!

    @seguenatrip

  • Junior ferreira

    Minha primeira viagem internacional e sozinho fui para san andres Colômbia, com apenas 20 minutos que havia chegado a ilha entre aeroporto e hostel perdi TODO meu dinheiro da viagem e meus documentos, 550 dolares mais algums pesos. Desesperei, chorei, queria ir pra casa e no final, mesmo sem recuperar nada deu tudo certo. Fé em Deus! @_insta_jr

  • Caio Flavio Ruviaro Lautenschl

    No meu primeiri mochilão, aqui na América do Sul (Peru, Chile e Bolívia) passei por dois perrengues:

    O primeiro foi para chegar em Cusco. Depois de quase 22 horas de viagem de Lima até Cusco, estávamos quase chegando em Cusco e o ônibus precisou parar na estrada, devido a uma manifestação sobre o Aeroporto de Chincheros, assim tivemos que ir caminhando até Cusco, isso mesmo, caminhando, pois havia pedras, árvores e muitas pessoas na estrada. Detalhe, para nossa segurança o motorista do ônibus não deixou que pegássemos nossas mochilas, assim fui somente com a minha mochila de ataque pra cidade… A minha sorte foi ter encontrado um casal de peruanos no ônibus que eram comerciantes, então pude confiar neles e segui até a cidade com eles mais uma argentina. Chegando na cidade depois de pegar um “táxi” e um ônibus urbano, os peruanos falaram que o hostel que eu havia escolhido no booking.com era mal localizado e que eu devia achar outro… Feito isso, consegui achar outro hostel e passar um dia sem meu mochilão, só com a de ataque.

    O segundo perrengue aconteceu quando estava chegando em Iquique, no Chile, primeira cidade que eu visitava no país… Como era a primeira, eu ainda não tinha chip do país, logo não tinha internet no celular nem mapa… basicamente eu estava incomunicável… Ao chegar na rodoviária o taxista disse que me levava ao hostel mas não sabia bem onde era, e ele realmente não soube… A sorte era que o hostel era na orla da cidade, assim desci do táxi e fui procurar a pé… Detalhe: eram 23 horas isso… Cheguei no hostel e adivinhem? Estava fechado e não tinha campainha… Bateu o desespero, fui à procura de outros hostels, e consegui lugar (caro) só depois de passar em 3 hostels, sendo que o cara que me atendeu no hostel que eu parei parecia que queria me matar kkkkkk… No outro dia passei o dia caminhando pela cidade, a qual é MUITO linda, e lá encontrei a melhor cotação pra trocar reais pra pesos 1:212, estava MUITO boa a cotação… Depois de passar o dia, fui embora pra San Pedro.

    Resumindo, foram perrengues suportáveis e que me irritaram por momento, mas que tornaram a viagem mais animada hahaha!

    IG: @caioruviaro

  • Isabella Firmino

    Lá vai meu pior perrengue da vida…

    Estava em Sarajevo, na Bósnia, com dois amigos. Acordamos BEM cedo pra ir pra estação pegar o trem pra Mostar. Era por volta de 6 e pouca da manhã e estávamos no ponto para pegar o bonde para a estação. Ninguém na rua, garoa, frio… tudo meio sombrio. Tínhamos que pegar o bonde número 3, mas ele nunca passava, só passava o número 1. Depois de muito esperar, resolvi que iria pedir informação. deixei minha mochila de ataque no bando do ponto, ao lado dos meus amigos e fui com o mochilão nas costas mesmo, já que ele tava todo amarradinho no corpo. Voltei no nosso hostel (que era do outro lado da rua) e perguntei para a recepcionista. Ela disse que poderíamos pegar o bonde 1, que nao passava em frente a estação, mas que desceríamos perto e poderíamos andar. Quando eu estava atravessando a rua pra voltar pro ponto, o bonde 1 chegou. Meus amigos levantaram do banco e foram me perguntar se servia. Eu disse que sim, que era pra eles entrarem. Eles entraram por uma porta, eu corri e entrei por outra, no mesmo vagão. Assim que entramos, ficou aquela confusão de descobrir como pagar, quanto era, etc. Passando esse tumulto inicial, olhei em volta pra pegar minha mochilinha e não a vi. Logo perguntei: vocês pegaram minha mochila que estava no banco? Eles responderam: que mochila?
    Entrei em desespero!!
    Comecei e a gritar como uma louca pedindo pro condutor parar o bonde, pelo amor de Deus, pq eu precisava voltar! Desci correndo do bonde, um dos meus amigos desceu atrás de mim, o outro não entendeu o que estava acontecendo e ficou sentado. A porta fechou e ele seguiu. haha
    Eu saí correndo como uma louca pelo meio da rua, pegamos um taxi pra voltar mais rápido. Chegando lá, minha mochila já não estava mais lá. Nesse momento, meu mundo caiu!!!
    Sentei no meio fio e comecei a chorar igual criança! Aí vem o pior…o saldo da mochila: Gopro, iphone 6s novo, todo o dinheiro do restante da viagem, cartão e o pior… PASSAPORTE! Detalhe: estávamos na BÓSNIA E HERZEGOVINA!
    Voltamos no hostel, a recepcionista me explicou onde havia uma delegacia. Eu saí correndo pelo meio da rua chorando debaixo de chuva. Cheguei na delegacia, empurrando a porta e falando o que havia acontecido. Os policiais não falavam inglês e ficaram parados olhando pra minha cara, tentando entender o que acontecia. Um deles me pegou calmamente pelo ombro, me sentou num sofá e meu deu um copo de água pra eu me acalmar. Depois me encaminharam pra uma outra sala, onde havia um policial que falava um pouco de inglês. Anotou tudo que eu havia perdido e me pediu que eu fosse no meu hostel e voltasse com alguém que pudesse traduzir do inglês pro bósnio, para efetuar um boletim de ocorrência. Fiz isso e voltei com um guia que havíamos conhecido no dia anterior. Fizemos o boletim e enquanto isso, meu amigo havia pesquisado na internet e viu que tinha Consulado Brasileiro em Sarajevo. Fomos lá, levei toda a documentação necessária e emitiram um novo passaporte (válido por 4 anos) em mais ou menos 3 horas. Muito eficiente. Ah! e a moça do consulado disse que nunca havia acontecido isso lá antes.
    Conclusão, nunca mais encontraram minhas coisas perdidas. Segui viagem com o novo passaporte e dinheiro emprestado dos meus amigos!

    Insta: @isabellacnf

  • Thiago Martini

    @thiagomartini:disqus IG @thiagomrp

    Uma trip sem perregues, não é uma trip.
    Ja passei por vários, incluindo o “piriri” da Bolívia, um “piriri” terrível em Cabo Polônio (Uruguai) e outro no Perú.
    Mas esse que vou contar foi um perrengue sofrido, a dificuldade para chegar em San Pedro de Atacama (Chile) no começo desse ano.
    Chegamos, eu e um amigo, em Córdoba (argentina), dia 01/01/17. Passamos a noite no aero e de lá seguiríamos para Salta e após San Pedro. Em Córdoba tentamos comprar a passagem de Salta para San Pedro para o dia 05/01. Nada feito, diziam que não havia disponibilidade. Começou a preocuparação rsrsrsr.
    Chegamos em Salta dia 03/01 e, assim que desembarcamos do bus, já tentamos comprar a passagem. Para desespero total, só tinha disponibilidade para dia 11/01 ou 21/01. E agora???
    Enquanto pensávamos o que fazer, encontramos uma casal de italianos (Giulio e Marta) na mesma situação, sem ter como chegar em San Pedro. Trocamos número de telefone (por sorte!!!), vai que alguém achava uma saída.
    Durante o dia 03 tentamos vários meios para tentar ir à San Pedro no dia 05/01. Táxi, algum tipo de transporte público, carona, transporte clandestino, trabalhadores e NADA!!!
    À noite, o Giulio ligou e disse que iria a Pumamarca, cidade mais próxima da fronteira para ver o que conseguiam por lá.
    No final do dia 04/01, ele nos ligou e disse que tinha achado um transporte clandestino que nos levaria até a fronteira com o Chile, lá tentaríamos algo. Pra ir com eles, tínhamos que chegar em Pumamarca até 11am da manhã do dia 05/01.
    Feito, decidimos tentar a sorte. Fomos no mercado, compramos comida, água, um canetão e pegamos uma caixa de papelão, caso fosse preciso pegar carona kkkkk.
    Então vamos lá, começou a saga: fomos dormir no hostel e no dia seguinte acordamos as 5am. Fomos a rodoviária para tentar bus pra Pumamarca (200 km de distância / 3 horas de viagem). Chegamos lá e nada! Tentamos outros caminhos e a moça achou apenas um bus que sairia as 8am para San Salvador de Jujuy. Pegamos esse bus, já seria metade de viagem. Chegamos em Jujuy e já corremos comprar um bus para Pumamarca. Achamos um que sairia 10h10. Feito! Embarcamos e seguimos pra chegar em Pumamarca no horário combinado.
    Desembarcamos lá por volta das 11h30.
    O Giulio, com cara desanimada vem ao nosso encontro. Penso na hora: “fuuuuuud****!”.
    Em resumo, o tal transporte tinha sumido! E agora??
    Achamos um taxista que topou nos levar até a fronteira, cobrou 3 mil pesos de nós 4. Ok! Vamos, porque não tem muito o que fazer.
    Chegamos no carro, um Palio antigo para 4 adultos com 4 cargueiras e mochilas de ataque. Ok, viajamos que nem sardinha enlatada kkkkk.
    Chegamos na fronteira, Paso de Jama. Uma frio absurdo e uma fila imensa. Ali certamente conseguiríamos uma carona.
    Tentamos com os caminhoneiros, ninguém dava carona porque o pessoal da fronteira é muito exigente e poderia criar problemas para eles.
    E agora? O que fazer?
    Tirei uma bandeira do Brasil que sempre viaja comigo e pensei: “agora vai!.
    Continuamos andando na fila de carros e logo escuto (lembro como se fosse hoje): “O que vcs estão fazendo aqui seus loucos????”.
    Era um senhor do interior do Paraná (detalhe: eu nasci, cresci e moro em Curitiba, capital do PR), viajando com a esposa. Disse que nunca deixaria um brasileiro passando perrengue e já foi fazendo a gente entrar no carro. Mas espera! Estávamos em 4 hahahaha. Meu amigo e o casal de italianos ficou com eles e eu continuei procurando uma carona.
    Uns 5 minutos depois encontro um casal do Rio Grande do Sul. Tinha apenas um lugar no carro, o resto estava ocupado por uma caixa de isopor enorme kkk. Me deram carona!!! aeee!!
    Por fim, no começo da noite do dia 05/01 estávamos nós 4 em San Pedro de Atacama, finalmente!!! Muitas cervejas foram necessárias para comemorar o feito!

  • Mônica Gralha

    Lá vou eu…
    Como eu nunca sai desse BRASEEEL, meus perrengues são humildes, alguns estão por trás das fotos bonitas rs do meu ig @gralhatrip
    1 – Na minha 1ªviagem sozinha, camping, ano novo, duas semanas sozinha era tudo o que eu queria. Lá fui eu pra Salvador, tudo lindo, tudo blue, fui descendo, Porto Seguro, Arraial d’Ajuda, enfim, Caraíva, ótimo para a virada do ano e ficar alguns dias off, maravilha, três dias, cartão não passa mais, sem $, como eu ia voltar pra Arraial? Eu tive algumas decisões, ficar é pedir carona no meio do nada e gastar meus últimos 20 reais, ou voltar direto para o Rio, já estava há uma semana…voltei, consegui tirar $, mas só Rio fui descobrir, eu consegui arranhar o chip do meu cartão, ele não lia mais NIIIIICE!!!
    Meu pai foi o único que ficou feliz com a minha volta 😒.
    2 – Erro primário e gritante, fui acampar com 4 amigas, ficamos 4 dias, magicamente brilhantemente achamos que carregar o celular no carro desligado não iria acontecer nada rs na hora de irmos embora a surpresa, o carro estava sem bateria, a sorte que estávamos em dois carros!
    3 – Mais um de ano novo! 9 amigos numa vila no interior de Minas, 200hab. melhor lugar da vida, ok! Até ficarmos sem um dos carros no 2º dia, entrou água no motor ao passarmos por um riacho, ou seja, os 4 dias os 9 rodando ladeiras de barro num Fiat Uno brabooo, nunca duvide de um Uno! Na volta tudo se acertou, o seguro salvou rs
    4 – Foi o meu 1º camping, tinha TUDO pra eu nunca mais querer acampar na vida hahah barraca emprestada, dois amigos dividiam comigo a barraca, eu havia trabalhado no dia da viagem e logo que terminei de montar apaguei, embora todos os outros tentaram me acordar para curtir a noite na fogueira e tals…lá pras 3 da manhã eu acordo com uma ventania surreal e chuva, ok! Gritos da galera do lado de fora “Fecha a bica!” , ” Eu desisto, senhor!”; eu ainda meu sem saber o que estava acontecendo, meus amigos apagados ao meu lado, tentei acorda a minha amiga, ela só disse que ia parar e voltou a dormir…minutos depois, ela estava sentada na lateral da barraca dormindo segurando para não virar com a força do vento e o outro estava preocupado que o colchão inflável estava esvaziando HAHHAHA pqp!!! Quando resolvemos sair no meio da tempestade, já não sobrava mais nenhuma barraca na praia, dos nossos outros amigos nem sinal. Resumo, fomos embora, pq havia risco de mais tempestade e não tínhamos uma peça de roupa seca. Foi iraaado o meu 1ºcamping, iradíssimo, só dormi!

  • Richard Oliveira

    Perrengue é comigo mesmo! kkkkkk! Vou contar só da Colômbia.Estava nadando em um Rio e pisei em algo, de acordo com os locais, um caramujo que costuma fazer cortes profundos nos pés das pessoas. O corte era bem fundo e eu estava perdendo muito sangue, fiz um curativo vagabundo e fui até o hospital de Cartagena. Não tinha seguro saúde, depois de 6h na fila, vi que eles não iriam me atender. Voltei para o hostel e um dos voluntários me disse que seu amigo colombiano, estudante de enfermagem poderia fazer os pontos. Ele foi até o hostel e dentro do dormitório, fez 6 pontos sem anestesia debaixo do meu pé. Enquanto isso, a galera tomava cerveja e se divertia nas beliches de cima. No dia seguinte rolava uma das melhores festas no hostel, reforcei o curativo. Depois de 1h de balada, um dos pontos se abriu e começou a sair sangue pra dedéu, acabei sujando todo o chão da balada de sangue. Eu ainda tinha 4 dias na colombia, tive que fazer TUDO com esse pé fodido. No avião de volta, quando o pé inchava a dor era tão grande que eu me entupi de remédios. Amigos, façam o seguro saúde!
    Richard do @vidademochila

  • Maithe Pinheiro

    Já tive varios ótimos agr na hora foi uma tristeza
    1- Primeira viagem internacional, família inteira, fomos pra Buenos Aires chegamos em um determinado aeroporto, na hora de ir embora voltamos para o mesmo, chegando lá descobrimos que o voo ia partir de outro a 50 minutos de lá, pegamos um taxi, mas o táxi era tão velho que ia a 20km/h e a cada lombada uma eternidade pra pegar no tranco de novo. Felizmente chegamos a tempo.

    2- Viagem pra Nova York a caminho do aeroporto olho meu nome na passagem estava Mai The separado, cada passagem na polícia federal e imigração uma reza pra me deixarem passar, felizmente cheguei lá tbm

    3- Fui visitar meu irmão na Austria, cheguei lá ele estava trabalhando e falou pra eu comer em uma padaria perto da casa dele, dei uma volta não encontrei, passei em frente a um lugar meio escuro mas que dava pra ver um doce muito bonito na frente, entrei. Estava tendo um aniversário de algumas senhoras que estavam super bebadas, o lugar parecia ponto de encontro da mafia, mas o dono do lugar falou pra eu comer lá mesmo assim. Sentei do lado de um pedreiro, ficamos conversando e pedi pra ele sugerir algo pra eu comer, ele me olhou assustado e falou moça aqui não é bom pra comer não, vai em outro lugar sério. Resumindo entrei em um boteco austríaco. No fim comprei um lanche no mercado mesmo.

    4- Fui pra cuba, encontramos uma barata no nosso quarto, minha mãe tem pavor de barata e não fala nada de inglês e espanhol, mas ela decidiu ir na recepção do hotel falar em português mesmo: “Moço tem uma barata no meu quarto”, ele olhou assustado “O que?”, “Uma barata”, depois de muita discussão ele entendeu, depois descobrimos que barata era prostituta velha, única velha que tinha no meu quarto era minha vó KKKKK

    Perrengues são as melhores histórias de viagem

  • Rafael Vigilato Monteiro

    Perrengue faz parte né, mesmo que a gente não queira, quando menos se espera ele aparece, bora compartilhar alguns que já passei:
    – Piriri da Bolívia, 2 a 3 dias de vida de rei em La Paz, o trono do hostel era só meu, nessa pegada, voltei com 5 kg a menos pro Brasil.
    – A Bolívia certamente é um lugar que atrai perrengues, um dos piores que passei, foi a viagem de busão de La Paz a Santa Cruz de La Sierra, as 19 horas mais demoradas da minha vida, um resumão do que foi a viagem: a primeira impressão melhor que esperávamos, um ônibus 2 andares, confortável, mas foi só isso mesmo, o ônibus estava cheio e logo no começo percebemos que o motorista gostava de adrenalina, até demais. Andamos por cerca de 2 horas e o ônibus parou em uma cidadezinha, quase nada de estrutura, um restaurante que nos fez perder a fome e um banheiro que…melhor deixar pra lá, minha namorada e uma amiga infelizmente não tiveram coragem de usar o banheiro, assim como o do ônibus, onde era proibido faz algo a mais que xixi. Ok, no próximo a gente vai, foi o que pensamos, só que esse próximo banheiro era o de Santa Cruz de La Sierra, ou seja, uma viagem de 19 horas, com uma única parada num local que não dava nem pra comentar e sem poder usar o banheiro do ônibus, pois após as primeiras horas, as cholitas não respeitaram a ordem de só fazer xixi.
    Mas não era só isso, lembra do motorista que gostava de adrenalina? Na verdade ele era suícida, só pode. Aquele ônibus parecia o do filme Velocidade Máxima, ele não parava, ultrapassava tudo que via pela frente, não importava se era descida, subida, curva, se vinha carro de encontro, ele simplesmente tirava de lado e ultrapassava, soma-se a isso que quase todo o trajeto é em trecho de serras/montanhas e que eu e minha namorada estávamos nos primeiros bancos do andar de cima, acho que escapamos da morte umas 5 vezes, sério. Resultado, após as 19 horas cheguei travado o corpo todo de tensão.
    – Mais um perrengue da Bolívia? No dia da nossa chegada tínhamos que pegar um voo de Santa Cruz de La Sierra para Sucre, tudo foi combinado por e-mail com a cia. aérea Amaszonas, mas chegamos lá não havia nenhuma reserva em nosso nome, tivemos que rezar para 4 pessoas atrasarem e isso aconteceu, aí nos colocaram no lugar delas.
    – Primeiro dia de viagem em Santiago, muitas fotos e vídeos com a GoPro, finalizamos o dia no Cerro San Cristóbal, vista panorâmica show, até que de repente, cadê a GoPro? Roubaram. O pior, a GoPro era emprestada de um amigo, o que me restou foi guardar grande parte da grana da viagem para comprar outra câmera na volta.
    – Aluguei um carro ano passado em Salvador para ir à Chapada Diamantina, legal, carrinho maneiro, primeiros 10 minutos resolvo estacionar o carro, não vejo um ferro de proteção que havia no local, só escuto um barulho, é, o para-choque quebrou, desmontou, riscou. Fui assim mesmo, fiz uma adaptação (gambiarra) e ficou bom até, pelo menos a locadora não percebeu.

    Chega né? As outras histórias ficam para um dia de bar tomando uma gelada.

    Valeuuu!
    Instagram: @blognossatrip e @rafavigilato

  • Alisson Santos

    Vamos lá!

    Minha primeira viagem para outro estado.

    Em 2015 eu e um amigo fechamos uma viagem para o Rio de Janeiro/Cabo Frio e Arraial do Cabo em menos de duas semanas.
    Ele chegou e perguntou, vamos? Vamos! Eu tinha férias vencidas do trabalho, pedi alguns dias, iríamos no feriado.
    Ficaríamos na Sexta, sábado e domingo entre o Rio e Cabo Frio, segunda, terça e quarta em Arraial.
    Estava tudo certo, até que.

    Perrengue nº 1: Ele caiu de moto um dia antes da viagem
    Ele me mandou uma mensagem dizendo sobre, fiquei assustado, e perguntei como foi e como ele estava. Havia sofrido alguns ferimentos e afirmando que estava tranquilo e que ainda iríamos viajar.

    2- Três dias depois, no domingo ele começou a passar mal, febre alta, mal estar e dores nos lugares das lesões que começou a infecionar.
    Eu o ajudei, com remédio do “pequeno” kit de primeiros socorros que a minha mãe enfiou na bolsa hahaha.
    Por fim, nada disso superou a beleza do Rio e das praias de Arraial do Cabo, foi incrível.

    3- Viagem para Bertioga 01/2017
    Fomos em um grupo de amigos e levei minha irmã, primeira vez dela no mar.
    Nessa viagem eu não participei dos detalhes de escolha de local e etc, confiei no que os meus amigos me passaram, paguei e partimos.
    O perrengue começou quando tivemos que ir até Suzano-SP, buscar a chave da casa que alugaram, rodamos muito, o endereço era de difícil acesso, pedíamos informações sobre o proprietário nas ruas e ninguém o conhecia. Pronto! Fomos enganados. Ainda não!
    Achamos e pegamos a chave, bora pra Bertioga, outra vez um rolê imenso para encontrar a casa, para a nossa surpresa fomos, a casa era totalmente desestruturada, o banheiro não funcionava. havia mofo em toda parte e ficava em um lugar “barra pesada”.
    Decidimos não ficar ali, minha preocupação começou, eu fui praticamente com o dinheiro contado, pra mim, minha irmã e o aluguel da casa. Foi difícil e encontramos uma pousada, que ficou quase 3 x mais cara que a anterior, pagamos e meu dinheiro? Pumba acabou, sorte minha que o meu amigo(o mesmo do rio) me ajudou com o cartão dele durante toda a viagem.

    4- Ainda sobre Bertioga
    Chuva, ficamos uma semana na cidade, começou a chover na terça e só parou no domingo a noite quando estávamos voltando.

    Há outros perrengues que poderia listar mas esses foram os maiores hahaha.

  • Rafael Vigilato Monteiro

    Perrengue faz parte né, mesmo que a gente não queira, quando menos se espera ele aparece, bora compartilhar alguns que já passei:
    – Piriri da Bolívia, 2 a 3 dias de vida de rei em La Paz, o trono do hostel era só meu, nessa pegada, voltei com 5 kg a menos pro Brasil.
    – A Bolívia certamente é um lugar que atrai perrengues, um dos piores que passei, foi a viagem de busão de La Paz a Santa Cruz de La Sierra, as 19 horas mais demoradas da minha vida, um resumão do que foi a viagem: a primeira impressão melhor que esperávamos, um ônibus 2 andares, confortável, mas foi só isso mesmo, o ônibus estava cheio e logo no começo percebemos que o motorista gostava de adrenalina, até demais. Andamos por cerca de 2 horas e o ônibus parou em uma cidadezinha, quase nada de estrutura, um restaurante que nos fez perder a fome e um banheiro que…melhor deixar pra lá, minha namorada e uma amiga infelizmente não tiveram coragem de usar o banheiro, assim como o do ônibus, onde era proibido faz algo a mais que xixi. Ok, no próximo a gente vai, foi o que pensamos, só que esse próximo banheiro era o de Santa Cruz de La Sierra, ou seja, uma viagem de 19 horas, com uma única parada num local que não dava nem pra comentar e sem poder usar o banheiro do ônibus, pois após as primeiras horas, as cholitas não respeitaram a ordem de só fazer xixi.
    Mas não era só isso, lembra do motorista que gostava de adrenalina? Na verdade ele era suícida, só pode. Aquele ônibus parecia o do filme Velocidade Máxima, ele não parava, ultrapassava tudo que via pela frente, não importava se era descida, subida, curva, se vinha carro de encontro, ele simplesmente tirava de lado e ultrapassava, soma-se a isso que quase todo o trajeto é em trecho de serras/montanhas e que eu e minha namorada estávamos nos primeiros bancos do andar de cima, acho que escapamos da morte umas 5 vezes, sério. Resultado, após as 19 horas cheguei travado o corpo todo de tensão.
    – Mais um perrengue da Bolívia? No dia da nossa chegada tínhamos que pegar um voo de Santa Cruz de La Sierra para Sucre, tudo foi combinado por e-mail com a cia. aérea Amaszonas, mas chegamos lá não havia nenhuma reserva em nosso nome, tivemos que rezar para 4 pessoas atrasarem e isso aconteceu, aí nos colocaram no lugar delas.
    – Primeiro dia de viagem em Santiago, muitas fotos e vídeos com a GoPro, finalizamos o dia no Cerro San Cristóbal, vista panorâmica show, até que de repente, cadê a GoPro? Roubaram. O pior, a GoPro era emprestada de um amigo, o que me restou foi guardar grande parte da grana da viagem para comprar outra câmera na volta.
    – Aluguei um carro ano passado em Salvador para ir à Chapada Diamantina, legal, carrinho maneiro, primeiros 10 minutos resolvo estacionar o carro, não vejo um ferro de proteção que havia no local, só escuto um barulho, é, o para-choque quebrou, desmontou, riscou. Fui assim mesmo, fiz uma adaptação (gambiarra) e ficou bom até, pelo menos a locadora não percebeu.
    Chega né? As outras histórias ficam para um dia de bar tomando uma gelada.
    Valeuuu!
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